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JACQUELINE KENNEDY
ONASSIS
Por Raquel Silveira
O escritor Norman Mailer
fez uma das melhores descrições sobre Jacqueline Kennedy Onassis. Ela não é uma
celebridade, é uma lenda. Não, não é mais que uma lenda é um arquétipo
histórico. E ela foi exatamente isso. Jackie serviu de modelo para toda uma
geração. Todo mundo já foi apaixonado por ela.
Jacqueline Lee Bouvier nasceu, em 28 de julho de 1929, literalmente em berço de ouro.
Rodeada de pompa e com uma educação cheia de não-me-toques, Jackie mostrou ao mundo que
era muito mais que uma moça bem-nascida. Tanto que, aos 21 anos, deixou a vida de dondoca
para ser repórter e fotógrafa no Time Herald, em Washington. Foi aí que Jackie conheceu
o futuro presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy. Dois anos depois, estava casada
com John e ocupando, para sempre, um lugar especial no coração dos americanos.
Bem-humorada, chiquérrima e culta, ela nunca ficou à sombra de John Kennedy. Muito pelo
contrário: brilhou tanto (ou até mais!) que o marido. O número de biografias que
inspirou deixa explícito o fascínio que despertava: trinta e duas! Sem falar nas
incontáveis matérias feitas por revistas e jornais americanos. Ela também revolucionou
alguns costumes da Casa Branca: levou a cozinha francesa e introduziu as artes nas paredes
da mansão presidencial.
Com uma personalidade forte e esbanjando beleza, Jackie foi mais que uma primeira-dama:
foi quase uma rainha. Até as inúmeras (e famosas) traições de John Kennedy não
tiraram o brilho de Jacqueline. Mais tarde, no assassinato de John, Jackie mostrou mais
uma vez que era uma mulher imbatível. Foi mãe e pai para os filhos John-John e Caroline
e continuou sendo um exemplo para os americanos.
Seis anos depois, casou-se com o bilionário grego Aristóteles Onassis. Com a morte do
segundo marido, Jackie herdou U$$ 20 milhões e, finalmente, a liberdade. Voltou a
trabalhar, dessa vez, numa editora e assumiu um terceiro casamento com o banqueiro Maurice
Templesman.
No dia 20 de maio de 1994, um câncer linfático apagou o brilho de uma das mais poderosas
mulheres do nosso século. Jackie não fez grandes ações humanitárias, mas a sua
autenticidade serviu e continua servindo de modelo para milhões de mulheres em todo o
mundo.
06/02/2001 - Maria Bonita
15/01/2001 - Chiquinha Gonzaga
22/12/2000 - Audrey Hepburn
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